Nevoazul #3

14.00

Talks for humanity. Numa sociedade movida a informação, em que tão depressa estamos no papel de produtores, como no de consumidores, a Nevoazul explora a relação que temos com os meios de comunicação e a tecnologia.

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Ainda a nova década estava apenas a espreitar e já tinha sido anunciado o marco de uma era, mais de metade da população mundial estava na internet. Pergunto-me o que significa este valor para a forma como coexistimos em sociedade. Será que as ferramentas que nos acompanham hoje nos vão conseguir ajudar a ir mais longe enquanto humanidade?
Em tempos, sonhámos com a possibilidade de um mundo sem barreiras, territórios com fronteiras marcadas só na escala de um mapa. Queríamos estar próximos, sempre quisemos.
A geografia seria um capricho da natureza, o tempo uma medida relativa. A natureza humana, essa estaria numa rede invisível, num mundo próprio sem distâncias nem entraves. Nessa visão de futuro, as aspirações misturavam-se com uma pitada de inocência – fruto de esperanças de utopia.
Hoje sabemos que a liberdade de partilha é a nova moeda de troca da era digital. Deixamo-nos de idealismos e tornámo-nos pragmáticos. E, pelo melhor ou pelo pior, isso ajudou-nos a perceber os caminhos que queríamos seguir, as lutas que 5 queríamos travar.
Esta edição é sobre essas escolhas. Falamos da nostalgia da indústria através das fotografias construtivistas do João Bernardino, questionamos o que o futuro do trabalho nos reserva com a Inês Santos Silva e refletimos sobre como o design de serviços nos pode ajudar enquanto cidadãos com o Daniel Santos.
A tecnologia é companheira comum nas páginas da Nevoazul, tal como o é no nosso dia-a-dia. Agora depende de nós usá-la como força para o bem, como um meio privilegiado para sermos, por fim, quem sempre aspiramos ser.

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